Iniciando minha loja virtual (Quinta Parte)

Iniciando minha loja virtual (Quinta Parte)

Este é o quinto e último capítulo da minissérie Iniciando minha Loja Virtual que tem como objetivo esclarecer as principais dúvidas de quem pretende investir no comércio eletrônico.

Nas publicações anteriores (e que podem ser visualizadas mais abaixo), abordamos questões que envolvem as dúvidas mais comuns sobre como criar e administrar uma loja virtual.

Esperamos que você tenha aproveitado todas as nossas dicas e orientações já publicadas anteriormente e que amplie os seus conhecimentos com mais estas informações!

Definindo uma rotina de administração e controle de estoque

Como já foi dito, uma das principais qualidades da ferramenta de publicação de conteúdo WordPress (WP) e de seu plug-in dedicado Woocommerce, são suas facilidades na inserção e edição de dados de informações, produtos e clientes.

Qualquer pessoa com um pouco intimidade com um computador, mesmo sem experiência em WordPress, é capaz de aprender rapidamente a lidar com a ferramenta, pois o design é bem intuitivo e a usabilidade não requer conhecimentos em técnicos em programação! Basta seguir um pouco de lógica ;)

Uma vez desenvolvida a sua loja virtual, ela precisa ser administrada diariamente. Não é essa a rotina de uma loja física? É preciso sempre checar se todos os produtos estão cadastrados, se os preços estão atualizados e, o mais importante, se eles estão disponíveis em seu estoque para venda imediata!

O Woocommerce oferece um campo para controle automático do estoque individual de cada produto. Uma vez inserido um produto, basta digitar neste campo a quantidade de itens que se tem na prateleira. Se você tem 10 produtos no estoque e o cliente comprar 1 unidade na loja virtual, o Woocommerce automaticamente baixa o estoque para 9 unidades restantes disponíveis, controlando as quantidades até chegar a zero.

Nesta mesma tela de um produto específico, você pode definir se quando o estoque chegar a zero não exista possibilidade de compra ou, se preferir, deixar marcada a opção do cliente fazer um pedido para entrega futura.

  • DICA: Caso você não tenha certeza se poderá entregar um produto futuramente, porque depende de outros fornecedores, a melhor opção é não permitir o pedido do item indisponível. Outra orientação é separar o estoque da loja virtual do estoque da loja física, uma vez que não será possível atender dois clientes simultaneamente, caso o seu estoque seja de apenas 1 unidade.

Definindo formas de Entrega

As formas de entrega de seus produtos vendidos na loja virtual dependem diretamente do tipo de mercadoria que você vende. Se você comercializa alimentos ou flores, por exemplo, existem limites de prazo e região. Neste caso, você tem que limitar as permissões de venda, limitadas com base na faixa de CEP de sua região.

Você não vai querer enviar pizza para outras cidades através do correio, não é mesmo? Nos casos de lojas virtuais restritas a áreas de atendimento próximas a você, a melhor opção será a entrega via portador ou a opção de retirada na loja pelo próprio cliente.

Caso o seu produto não seja perecível, nem muito grande ou pesado, você pode optar pelo serviço de entrega dos correios. Em alguns casos, é possível mesclar entre entrega por portador nas regiões próximas e o serviço dos correios para regiões mais distantes.

Para o Woocommerce existe um plug-in que calcula o valor do frete dos correios, baseado na localidade (CEP) do destinatário, peso e dimensões. Uma vez instalado, o sistema calcula automaticamente o custo e adiciona ao valor no total da compra. Mas você pode optar pelo frete grátis se desejar.

Lembre-se de acondicionar o seu produto em embalagens apropriadas para viagem, protegendo-o quando for sensível a quedas.

  • DICA: Não se esqueça de colar uma etiqueta com o nome completo e endereço do cliente na embalagem, incluindo a identificação da loja. Também é importante criar um protocolo de entrega, controle impresso onde receptor deverá preencher o nome, data, horário e assinar confirmando que recebeu a encomenda.

Definindo formas de Pagamento

As formas de pagamento de uma loja virtual são aquelas que interessam a seu negócio. Você é quem deve defini-las conforme sua experiência de mercado. É sempre bom pesquisar o que os concorrentes estão oferecendo, se trabalham ou não com cartões de crédito, boleto ou transferência bancária. Se vendem a prazo, qual o valor mínimo da parcela ou o valor mínimo da compra. Também é bom disponibilizar opções de sistemas online de cobrança, como PayPal, PagSeguro, MercadoPago, entre outros.

  • DICA: Dê preferência pelos sistemas de cobrança online (PayPal, PagSeguro, MercadoPago, etc), pois eles são mais seguros e fáceis de administrar. Nestes sistemas, os dados do cliente e cartão de crédito já foram previamente verificados, reduzindo as chances de fraudes.

Investindo em meios de divulgação

Um dos maiores erros de quem começa a vender pela internet é acreditar que, uma vez pronta a loja, nenhum trabalho mais precisa ser feito: a loja deve começar a vender “sozinha”.

Da mesma forma que uma loja física sem divulgação encontra dificuldades para vender, uma loja virtual também precisa de estratégias de marketing. E com um agravante: enquanto na loja física você pode ter a sorte de um vizinho passar na frente e resolver entrar, na loja virtual dificilmente alguém vai digitar o seu endereço URL (www) sem saber de sua existência.

Portanto, uma vez criada e testada, a hora é sair divulgando. Comece com as redes sociais mais conhecidas, como Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. Depois amplie para outras redes sociais e formas de comunicação como e-mail marketing e WhatsApp.

Quando os negócios estiverem se firmando, verifique as possibilidades e preços de anúncios pagos no Facebook e Google. E numa última estância, publicidade em veículos de comunicação, como jornais, revistas, rádio, TV, etc. É claro que este roteiro depende apenas de sua verba destinada a publicidade!

  • DICA: Instale um blog em sua loja virtual e publique, pelo menos uma vez por semana, um pequeno texto e uma foto e ou vídeo do produto. Use e abuse do blog para orientações e dicas.

Os mecanismos de divulgação exigem muito mais do administrador da loja virtual do que propriamente a administração de produtos e respectivas vendas.

Crie um calendário de eventos anuais, e divulgue com antecedência produtos vinculados a datas específicas, como Dia das Mães, Namorados, Black Friday, Natal, etc. Datas em que os consumidores estão receptivos a dicas de presentes e prontos para aproveitar as facilidades de compras pela internet, desde que o produto seja entregue antes da data festiva, é claro.

Estas foram algumas orientações importantes para você iniciar o seu negócio online. Existem muitos outros pequenos detalhes, mas o importante é dar os primeiros passos para adquirir experiência.

Aos poucos você poderá implantar outras ideias para alavancar a sua loja virtual e se destacar diante da concorrência. O importante é trabalhar com bom ânimo para se tornar um empreendedor(a) de sucesso. Boa Sorte!!

Iniciando minha Loja Virtual (Quarta Parte)

Iniciando minha Loja Virtual (Quarta Parte)

Se você já leu os três capítulos anteriores desta minissérie Iniciando Minha Loja Virtual você provavelmente já recebeu as primeiras noções de layout para a sua loja virtual. Como você já sabe, atualmente as pessoas acessam a internet nos mais diferentes dispositivos: computadores, celulares, tablets, televisores, etc.

Como pode ser notado, estes dispositivos possuem telas com diferentes formatos e tamanhos. Por exemplo, num celular você pode acessar a internet com o aparelho na vertical ou horizontal e, dependendo do site que estiver visitando, isso já faz uma diferença.

Definindo questões como acessibilidade e usabilidade

Porque isso acontece? Os mais avançados softwares de acesso à internet já possuem dispositivos capazes de identificar o tamanho da tela que você está visualizando. Este recurso permite uma adaptação que melhora, não somente a usabilidade (capacidade de enxergar textos e imagens de forma legível e completa), assim como permitir o uso do teclado com facilidade, mas também proporcional uma boa experiência de navegação para o usuário (UX – User Experience), termo usado para definir o quanto agradável precisa ser acessar aquele site ou loja virtual.

Por exemplo, se você acessa um site de notícias numa tela com mais de 20 polegadas, o software identifica o formato e oferece várias colunas laterais de informações e ou imagens bem maiores. Entretanto, se você está usando um celular, algumas colunas (grids) e imagens não tão importantes são ocultadas, e as demais são disponibilizadas num formato único vertical, pois em um celular é muito mais agradável percorrer as telas usando o dedo indicador para cima ou para baixo.

São motivos como este que o seu projeto tem que ser perfeitamente adaptável a todos os dispositivos de visualização!

  • DICA: Quando estiver desenvolvendo o seu projeto, acesse-o nos mais diferentes dispositivos com diferentes tamanhos de telas e também em diferentes navegadores (Internet Explorer, Edge, Firefox, Chrome, Opera, etc) com a finalidade de visualizar e corrigir eventuais falhas.

Quando se realiza experiências de navegação nos mais diferentes dispositivos de acesso, percebe-se alguns erros no layout (design) que precisam ser corrigidos. É por essa razão que temos repetido: estude e utilize as experiências que já foram realizadas nesta área no mundo todo! Não tente reinventar a roda! Designers em todas as partes do planeta realizam diariamente experiências com layouts para criar os melhores resultados (experiências de usuários) e devemos ficar antenados para estes resultados para não repetir erros do passado.

Como já vimos, a maioria dos sites ou lojas virtuais precisam de uma página de abertura com informações básicas. Logomarca, menu de opções de navegação (horizontal ou vertical), rodapé com endereço, telefone, entre outras informações.

  • DICA: Procure visitar as mais conhecidas lojas online e concorrentes diretos, e perceba onde estas informações básicas foram adicionadas. Perceba que quanto mais rápido você encontrar uma informação, melhor é o design disponibilizado.

Desenhando o layout da minha loja virtual

Agora que você sabe que a página de abertura (home) de sua loja virtual precisa de informações básicas logo no início, pegue uma folha de papel em branco e rabisque prováveis telas de abertura.

Normalmente os projetos apresentam a logomarca na primeira coluna horizontal superior (centralizado ou à esquerda), seguido logo abaixo do menu horizontal (a ordem de importância dos links é sempre da esquerda para a direita), seguido de uma imagem ampla ou um conjunto de imagens em colunas, que destaquem os seus produtos e serviços. Depois dos destaques deste conteúdo, você pode incluir outras colunas horizontais com informações básicas sobre a empresa e condições de compra, para finalmente finalizar com um rodapé, onde normalmente aparecem poucos dados, como direitos autorais (copyright), por exemplo.

Como você já deve ter visto na web, alguns layouts abusam do poder da imagem. Infelizmente, num primeiro momento, nem todos têm a possibilidade de produzir fotos ou vídeos exclusivos para o seu projeto. Neste caso, você pode recorrer às agências que vendem fotografias.

  • DICA: Numa busca nos mecanismos de buscas (Google, Yahoo, etc) você encontra empresas que “alugam” os direitos de uso de uma imagem. Você escolhe o que quiser, paga e faz o download para uso no seu projeto.

As cores a serem usadas são muito importantes, mas não abuse delas! Preste atenção nas cores de sua logomarca e procure segui-las. Uma conhecida rede de fastfood usa vermelho e amarelo não por acaso. Procure ler um pouco sobre psicologia das cores: você vai entender que nem todas as cores podem ser usadas no seu projeto!

Os projetos desenvolvidos nos formatos de colunas horizontais (grids) são interessantes, pois já sabemos que eles poderão ser adaptar com facilidade aos diferentes tamanhos de telas de acesso. Duas ou três colunas oferecem as melhores experiências, mais do que isso o projeto visual começa a ficar poluído e confuso.

As imagens que aparecem na tela de abertura podem ser dos próprios produtos/serviços vendidos ou, no caso de um extenso catálogo, imagens com títulos que na verdade são banners que, ao serem clicados, levam o usuário para as específicas categorias. Essas categorias específicas (ou subcategorias) também podem ter a sua própria página exclusiva de abertura ;)

Use e abuse do equilíbrio e simetria, as imagens dos produtos devem obedecer um formato padronizado. Defina se serão sempre quadradas ou retangulares, se serão pequenas ou grandes, se terão ou não fundos brancos ou coloridos, modelos usando os produtos, etc.

Do mesmo modo que um supermercado disponibiliza produtos do mesmo tipo em corredores, numa loja virtual você deve criar categorias principais (corredores ou seções) para acesso a determinados produtos e, na sequência, subcategorias para produtos específicos (prateleiras). Exemplo:

Vestuário:

  • Masculino:
    Calças
    Camisas
  • Feminino:
    Blusas
    Calças
    Vestidos

A divisão por categorias e subcategorias auxilia o usuário a encontrar o que ele está procurando. Misturar todos os produtos pode causar a impressão de que sua loja é uma bagunça! Se desejo comprar camisas masculinas, não há razão para visualizar as novidades em vestidos!

  • DICA: Limite o número de subcategorias!!! O ideal é que sejam no máximo três ou quatro!! Pesquisas indicam que se o usuário tiver que clicar em mais de três links para encontrar um produto, acaba se perdendo e desistindo da busca.

Quando você desenvolve um projeto utilizando o software WordPress (WP), a quantidade de telas que pode ser gerada é ilimitada! Mas não abuse deste recurso, pois tudo o que é em excesso prejudica a usabilidade. Procure concentrar as informações de um mesmo assunto numa mesma página (tela) e seja objetivo, nada de textos longos!

Como já foi dito, numa loja virtual cada produto possui a sua própria página. É na página de um produto/serviço específico que você vai detalhar todas as informações sobre ele. Além de fotos de boa qualidade nos mais diferentes ângulos, você pode incluir informações sobre o material em que ele foi produzido, formatos, dimensões (largura, altura e comprimento), cores, peso, acessórios adicionais, embalagem, orientações de uso, advertências, etc. Preços, frete, condições e prazos de entrega são obrigatórios!

Quanto mais informação melhor para você (que não terá que efetuar trocas ou reembolso) e para o seu cliente (que não terá que devolver o produto)!

No próximo e último capítulo, veremos outras questões bem importantes para quem está iniciando no mundo do comércio eletrônico!!

Iniciando minha Loja Virtual (Segunda Parte)

Iniciando minha Loja Virtual (Segunda Parte)

No primeiro capítulo da minissérie Iniciando Minha Loja Virtual entendemos que um planejamento de seu negócio online é fundamental para organizar o seu comércio eletrônico.

Inicialmente você definiu em qual setor de negócios pretende atuar e quais os produtos ou serviços que pretende oferecer na internet. Uma vez definido o seu segmento de atuação, você pensou num “nome” para o seu negócio, pesquisou na web para saber se ele já não está sendo usado por outra empresa, e na sequencia providenciou o registro de domínio próprio para usar na sua futura loja virtual.

Ao mesmo tempo em que definiu e registrou um nome, você procurou um designer para criar uma logomarca e uma agência ou desenvolvedor web para lhe orientar a contratar um provedor de hospedagem e iniciar o desenvolvimento do sistema e layout de sua loja.

Neste capítulo, vamos nos aprofundar mais sobre estas últimas questões, porque há muito o que se aprender sobre elas ;)

Criando uma boa relação com seu desenvolvedor

Como vimos no capítulo anterior, “prazos e pagamentos devem ser acordados antecipadamente e honrados por todos os envolvidos”.

A questão cumprimento de pagamentos é importante, pois um cliente que atrasa pagamentos coloca o acordo numa situação de desconfiança, o que também pode acontecer no lado do cliente, caso os prazos da agência não sejam cumpridos. De um lado temos uma agência, que é uma empresa constituída, que atua exclusivamente neste segmento e possui uma carteira de clientes, mas do outro lado, muitas vezes há um cliente que está começando o seu negócio, e que nem sempre tem como oferecer garantias.

É por esse motivo que muitas agências somente iniciam o trabalho após a assinatura de uma proposta e o pagamento do sinal. O cliente precisa estar ciente que, a partir do momento de concordância e autorização para o serviço, uma equipe de profissionais já estará trabalhando para ele.

  • DICA: A não ser que você tenha solicitado um desconto muito vantajoso para efetuar antecipadamente o pagamento do valor total à vista, sugerimos optar pelo pagamento parcelado, sendo a primeira parcela imediata a título de sinal para início do trabalho, e as demais parcelas conforme o acordado.

Além de uma proposta bem detalhada – e que inclua valores, vencimento, prazo de entrega e garantia – é bom definir uma política de relacionamento entre as partes, durante e, principalmente, após a conclusão do trabalho.

Muitos clientes acreditam que uma vez finalizado o projeto, não serão mais necessários os serviços do desenvolvedor.

Na verdade, como qualquer software ou aplicativo instalado em seu computador ou celular, periodicamente são necessárias atualizações de versões. Muitas delas até por questões de segurança ou falha técnica.

No caso de sites ou lojas virtuais, é recomendado que este trabalho seja realizado por um profissional, pois somente ele saberá avaliar o impacto que a atualização poderá causar em todo o sistema. Novas versões de um plugin, por exemplo, podem até provocar a paralisação de todo o sistema!

  • DICA: nunca realize alterações ou atualizações técnicas, sem antes consultar um profissional da área. Dê preferência para aquele que desenvolveu o seu projeto, pois além de ser seu técnico de confiança, ele conhece detalhadamente o sistema em que trabalhou.

Ainda em relação à prazos, é importante que se diga que a agência ou desenvolvedor esperam a colaboração do cliente para o andamento do projeto. Sim! A participação do empreendedor é fundamental ;)

É muito comum clientes não colaborarem com os prazos do projeto. A agência ou desenvolvedor solicita, por exemplo, fotos e dados dos produtos/serviços a serem inseridos na loja, e o cliente leva semanas para responder ou fornece informações incompletas, atrasando o projeto.

A colaboração de ambas as partes é fundamental para a conclusão de um bom projeto e no prazo estipulado.

Escolhendo o melhor sistema para a sua loja virtual

Existem no mercado uma série de sistemas de comércio eletrônico que podem ser usados, mas nesta minissérie estaremos focando nos mais usados no mercado e que possuem a melhor relação custo versus benefício.

Atualmente cerca de 30% dos sites e lojas virtuais em operação na web mundial utilizam a plataforma WordPress (WP).

WordPress (WP) é um aplicativo que consiste num sistema de gerenciamento de conteúdo para a web (CMS, sigla para a expressão em inglês Content Management System) escrito basicamente em linguagem de programação PHP, que utiliza banco de dados MySQL, CSS, HTML, entre outras linguagens. O sistema é voltado principalmente para a criação de páginas para a web.

O WP é considerado uma das ferramentas mais famosas para a publicação de conteúdo (textos e imagens) na internet, disputando diretamente com outros serviços e CMS, gratuitos ou pagos, existentes no segmento de tecnologia de informação.

Conhecido por sua facilidade de instalação e uso, o WP permite atualizações automáticas do software e de seu conteúdo através de um simples browser (navegador de internet) conectado na internet. Com apenas um login e senha, o usuário pode mudar totalmente o design de sua página web ou gerenciar de forma fácil o conteúdo a qualquer momento, sem a necessidade da instalação ou uso de qualquer outro programa (software) adicional.

O uso do aplicativo também facilita muito a otimização do site (SEO) nos mecanismos de buscas, estando presente com frequência nos principais sites listados por estes mecanismos.

Grandes empresas no mundo utilizam o WordPress para gerenciar seus conteúdos na web, entre elas estão: CNN, Ebay, Yahoo, Ford, Wall Street Journal, Sony, New York Times, Firefox, Fickr, Samsung, GE, MTV, NASA, Pepsi, Xerox, Network Solutions, Spotify, Imasters, Digg, PlayStation, Petrobrás, Ministério da Cultura, Veja, Globo, só para citar alguns dos mais famosos.

Atualmente mais de 50 milhões de websites no mundo inteiro usam WordPress. O WordPress registra atualmente mais de 2,5 bilhões de visualizações de páginas por mês, que são consumidas por mais de 287 milhões de usuários mensais.

Junto com o WordPress é possível instalar uma coleção de plug-ins fantásticos, que não somente transformam o seu WordPress numa plataforma de comércio eletrônico perfeita, como auxiliam na divulgação de sua empresa nas mais conhecidas redes sociais.

Muitos destes plugins são gratuitos e alguns oferecem versões pagas com uma variedade de recursos adicionais. Mesmo aqueles que são pagos, os custos costumam ser acessíveis para quem está iniciando um negócio e seus recursos podem ajudar muito!

Normalmente agências e desenvolvedores tendem a utilizar as versões gratuitas para não onerar os custos do cliente, mas é sempre bom estar ciente que, para determinados recursos, somente os plug-ins pagos resolvem a pendência.

  • DICA: Na primeira reunião com sua agência ou desenvolvedor, questione sobre o uso de plug-ins gratuitos e peça para ser informado caso haja a necessidade de se contratar algum plugin pago, pois além do custo adicional, muitos deles trabalham com sistema de “assinaturas anuais” e, portanto, exigirão ser renovados periodicamente.

Se adaptando a realidade do mercado

A maioria dos sistemas, incluindo os chamados open-source (código aberto), foram desenvolvidos por uma equipe de programadores e designers especializados, espalhados por todo o mundo, e que dedicaram seu tempo e experiência para inventar e testar estes sistemas.

Portanto, não tente reinventar a roda! O que já foi criado, testado, aprimorado e aprovado nos últimos anos, merece todo o nosso crédito!

  • DICA: Fuja dos sistemas “próprios” criados e de uso exclusivo de agências ou desenvolvedores. Além da dúvida sobre segurança e falta de garantia para futuras atualizações, o cliente corre o risco de, no caso de troca de fornecedor, perder tudo o que já foi feito. Procure utilizar os mesmos softwares (livres ou não) que todo o mercado está usando, pois, as chances de errar são muito menores!

Caso você opte pelos softwares mais usados no segmento de e-commerce, você vai perceber que é muito mais fácil encontrar profissionais que conheçam estas ferramentas, em condições de auxiliar nos momentos mais críticos.

A questão de escolha de um layout – o design de sua loja virtual – bem como mecanismos de funcionamento, merecem um capítulo exclusivo e vamos tratar em detalhes na próxima publicação ;)

Iniciando minha Loja Virtual (Primeira Parte)

Iniciando minha Loja Virtual (Primeira Parte)

Este é o primeiro capítulo de uma minissérie que pretende esclarecer as principais dúvidas de quem pretende investir numa loja virtual e começar a ganhar dinheiro com o comércio eletrônico.

A cada publicação, abordaremos uma questão que envolve as mais comuns dúvidas sobre como criar e administrar uma loja virtual.

Esperamos que você aproveite todas as nossas dicas e orientações ;)

Por onde começar?

A maior dúvida que percebo de clientes que desejam ter sua própria loja virtual é sempre: por onde começar? Dúvida natural diante de tantas incertezas, sempre aconselho meus clientes a planejar. Com uma visão planejada de quais os objetivos a serem alcançados tudo fica mais fácil.

O primeiro e mais frequente erro é acreditar que ao se criar uma loja virtual vai se trabalhar pouco e se ganhar muito em pouco tempo.

É importante estar ciente de que uma loja virtual não é muito diferente de uma loja real. Se você planeja abrir uma loja real, você se preocupa inicialmente com detalhes de quais produtos ou serviços irá trabalhar e na sequência, qual o potencial público para aquele produto/serviço a ser oferecido.

Se você acredita que o seu produto/serviço é bom e que existam potenciais clientes, a próxima etapa é saber como alcançar este público? No projeto de uma loja física, você tem que buscar um ponto de venda.

Um local com endereço fixo onde seus clientes poderão encontrá-lo. Esse objetivo, em comparação à loja virtual, não é muito diferente. Na loja virtual você não precisa necessariamente de um endereço comercial, mas precisa de um nome no formato www…

Escolhendo um nome e uma logomarca de sua Loja Virtual

Uma vez definido quais os produtos/serviços, segmento de atuação e público alvo, é importante escolher um nome de seu negócio (marca) e verificar se este domínio próprio (www.nomedasualoja.com.br) está disponível para registro.

O registro de um domínio próprio é feito numa entidade pública gerida pelo governo chamada Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, ou simplesmente NIC.br. É bom estar ciente que todos os anos você terá que pagar uma taxa para ter o direito de usar esse domínio com exclusividade.

O valor é pequeno, mas é preciso ter cuido para não se esquecer de renová-lo a cada ano, pois a não renovação cancela o registro e disponibiliza o nome para outra pessoa.

 

  • DICA: O registro de um domínio é feito online diretamente no endereço web https://registro.br . Para fazer o registro é preciso o nome completo do principal sócio da empresa, o número do CPF, endereço, telefone e um e-mail válido. Caso o registro seja feito por terceiros, exija que o registro seja feito no nome, CPF e e-mail fornecidos por você!

 

Se o domínio próprio está disponível para registro, sugerimos que o faça imediatamente! Nunca se esqueça que alguém, em qualquer outro lugar, pode estar neste momento planejando registrar exatamente o mesmo nome para o seu negócio.

Portanto, garanta o seu domínio antes de iniciar o seu negócio!

Uma vez definido o nome e a confirmação de registro do domínio, é bom começar a pensar numa logomarca. Este desenho, normalmente criado por um designer, deve ser desenvolvido em alta resolução num software próprio para desenho, pois você vai querer usá-lo com uma boa qualidade na sua loja virtual e futuramente em cartões de visita, embalagens, publicidade, cartazes, banners, etc.

 

  • DICA: Exija do desenhista uma cópia do arquivo original! É muito comum desenhistas “desaparecem” com arquivos de clientes…

Definindo prazos para o início e conclusão do projeto

Definir e registrar um domínio próprio são iniciativas rápidas, mas aprovar a logomarca pode levar algum tempo, assim como o desenvolvimento da programação e layout de sua loja virtual. Portanto, consulte os profissionais contratados e questione todos os prazos de entrega!

Escolhendo o provedor de hospedagem da Loja Virtual

Uma vez registrado o seu domínio, você já deverá vincular o domínio a um provedor de hospedagem. O provedor de hospedagem (host) é uma empresa que “aluga” um espaço virtual para você usar livremente com o seu domínio. Este espaço, medido em megabytes, pode ser usado para a instalação de sites, blogs, lojas virtuais, etc.

O “aluguel” deste espaço num servidor web será cobrado periodicamente, podendo ser mensal, trimestral, semestral ou anual.

Certifique-se que o seu provedor de hospedagem oferece um pacote específico para comércio eletrônico, pois alguns pacotes “mais econômicos” não são indicados para a instalação de lojas virtuais.

Se puder, antes de contratar um provedor de hospedagem, consulte um profissional da área, para garantir a escolha ideal.

 

  • DICA: A maioria dos provedores de hospedagem oferecem descontos progressivos para pacotes com renovações acima de um mês. Normalmente as melhores propostas são para pacotes anuais. Considere sempre a opção de contratar os serviço por um ano.

 

Na hora de escolher uma agência digital para o desenvolvimento de sua loja virtual questione sobre a escolha de um bom provedor de hospedagem de sites.

Este tipo de consultoria e experiência já faz parte da rotina dessas empresas. Um bom provedor de hospedagem vai garantir rapidez na navegação das telas (páginas) da loja e no uso diário de softwares de cobrança, etc, sem quaisquer tipos de limitações, seja do número de produtos cadastrados ou do número de visitantes por dia.

Você também poderá usar e-mails e um serviço de webmail (programa de acesso de e-mails via internet, semelhante ao Hotmail, Yahoo e Gmail, entre outros) com o seu domínio próprio (por exemplo: [email protected]), entre outros softwares que vão ajudar na administração diária da loja.

Se o seu projeto for tecnologicamente muito complexo, considere assinar um contrato de manutenção com a empresa desenvolvedora. Esse contrato será sua “garantia” que tudo estará funcionando perfeitamente todos os dias.

Definindo a sua agência digital ou desenvolvedor

A escolha de uma agência digital ou desenvolvedor para consultoria, planejamento, desenvolvimento e implantação de sua loja virtual é uma etapa muito importante!

É neste momento que você está definindo quem será o seu principal fornecedor de tecnologia (e parceiro) para garantir o seu futuro negócio.

A primeira coisa a ser considerada é a experiência comprovada da agência. Visite o site da agência, veja a quanto tempo ela existe nesta área e como é o seu portfólio. Conheça quem são seus atuais clientes e navegue pelos projetos já desenvolvidos por ela.

Se o trabalho desenvolvido e o atendimento da agência lhe agrada, solicite o orçamento para o seu projeto específico.

Embora muitas agências digitais realizem “o mesmo trabalho”, cada uma delas tem uma forma própria de atuar, assim como praticam preços e prazos diferenciados, inclusive para cada projeto.

 

  • DICA: Desconfie de orçamentos muito baixos! É normal um empreendedor que está iniciando um projeto buscar os melhores custos do mercado. Entretanto, preços estão vinculados a qualidade nos mais diferentes ramos de atividade. Portanto, ao consultar fornecedores, desconfie de valores muito baixos ou demasiadamente elevados.

 

Nas reuniões com agências ou desenvolvedores é importante deixar claro todos os detalhes do que se deseja no projeto e ouvir conselhos dos especialistas envolvidos. A experiência de mercado desses profissionais vale muito e não deve ser ignorada!

Questões como escolha do software para uso no comércio eletrônico, escolha dos melhores plugins (aplicativos), design e layout das telas, performance do sistema no servidor, segurança de dados e arquivos (muito importante!), diferentes meios de cobrança eletrônica disponíveis no mercado, entre outros assuntos, devem ser discutidos com clareza por ambas as partes e, se possível, detalhados em uma proposta ou contrato impresso.

Prazos e pagamentos devem ser acordados antecipadamente e honrados por todos os envolvidos. Os detalhes combinados para o projeto devem ser mantidos até o final do trabalho.

Caso uma das partes sugira mudanças no projeto ou nas condições acordadas, é preciso reiniciar a discussão envolvendo os novos custos e prazos de entrega. Quanto mais sinceros e transparentes sejam clientes e fornecedores, maiores serão as probabilidades de um longo e feliz “relacionamento” :)

No próximo capítulo, abordaremos outros assuntos que são bem importantes como escolha da agência digital, provedor de hospedagem e sistema para o funcionamento da loja virtual.

Design web responsivo, acessibilidade e usabilidade

A agência AgN Digital presta serviços de produção, editoração e programação para produtos impressos ou digitais.

Produzimos desde a criação de publicações impressas até websites, buscando sempre as melhores estratégias de marketing e comunicação visando impulsionar os negócios de sua empresa.

Os serviços prestados pela AgN tem como objetivo melhorar a imagem institucional de seus clientes, buscando ampliar e conquistar uma posição mercadológica que traga benefícios imediatos para os seus negócios.

Procuramos ajustar cada cliente à realidade do mercado de internet, oferecendo a melhor relação custo versus benefício de acordo com o porte de cada empresa. Desenvolvemos projetos de comércio eletrônico, criando recursos para que sua empresa utilize a web como mais uma ferramenta de vendas e de atendimento a seus clientes.

Utilizando modernas tecnologias da informação, a AgN desenvolve produtos personalizados, sintonizados com os interesses de cada cliente e ajustados às estratégias de marketing e vendas exclusivas de sua empresa.

Nossa equipe de profissionais é formada por especialistas em diversas áreas, com anos de experiência no mercado, sintonizados com as novidades do mercado e capazes de oferecer uma consultoria profissional ajustada ao perfil de cada cliente. Consulte-nos sobre nossos serviços de Marketing Digital, Search Engine Marketing (SEM), e gerenciamento e otimização de websites, Search Engine Optimization (SEO).

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