V – Iniciando minha loja virtual (Quinta Parte)

V – Iniciando minha loja virtual (Quinta Parte)

Este é o quinto e último capítulo da minissérie Iniciando minha Loja Virtual que tem como objetivo esclarecer as principais dúvidas de quem pretende investir no comércio eletrônico.

Nas publicações anteriores (e que podem ser visualizadas mais abaixo), abordamos questões que envolvem as dúvidas mais comuns sobre como criar e administrar uma loja virtual.

Esperamos que você tenha aproveitado todas as nossas dicas e orientações já publicadas anteriormente e que amplie os seus conhecimentos com mais estas informações!

Definindo uma rotina de administração e controle de estoque

Como já foi dito, uma das principais qualidades da ferramenta de publicação de conteúdo WordPress (WP) e de seu plug-in dedicado Woocommerce, são suas facilidades na inserção e edição de dados de informações, produtos e clientes.

Qualquer pessoa com um pouco intimidade com um computador, mesmo sem experiência em WordPress, é capaz de aprender rapidamente a lidar com a ferramenta, pois o design é bem intuitivo e a usabilidade não requer conhecimentos em técnicos em programação! Basta seguir um pouco de lógica ;)

Uma vez desenvolvida a sua loja virtual, ela precisa ser administrada diariamente. Não é essa a rotina de uma loja física? É preciso sempre checar se todos os produtos estão cadastrados, se os preços estão atualizados e, o mais importante, se eles estão disponíveis em seu estoque para venda imediata!

O Woocommerce oferece um campo para controle automático do estoque individual de cada produto. Uma vez inserido um produto, basta digitar neste campo a quantidade de itens que se tem na prateleira. Se você tem 10 produtos no estoque e o cliente comprar 1 unidade na loja virtual, o Woocommerce automaticamente baixa o estoque para 9 unidades restantes disponíveis, controlando as quantidades até chegar a zero.

Nesta mesma tela de um produto específico, você pode definir se quando o estoque chegar a zero não exista possibilidade de compra ou, se preferir, deixar marcada a opção do cliente fazer um pedido para entrega futura.

  • DICA: Caso você não tenha certeza se poderá entregar um produto futuramente, porque depende de outros fornecedores, a melhor opção é não permitir o pedido do item indisponível. Outra orientação é separar o estoque da loja virtual do estoque da loja física, uma vez que não será possível atender dois clientes simultaneamente, caso o seu estoque seja de apenas 1 unidade.

Definindo formas de Entrega

As formas de entrega de seus produtos vendidos na loja virtual dependem diretamente do tipo de mercadoria que você vende. Se você comercializa alimentos ou flores, por exemplo, existem limites de prazo e região. Neste caso, você tem que limitar as permissões de venda, limitadas com base na faixa de CEP de sua região.

Você não vai querer enviar pizza para outras cidades através do correio, não é mesmo? Nos casos de lojas virtuais restritas a áreas de atendimento próximas a você, a melhor opção será a entrega via portador ou a opção de retirada na loja pelo próprio cliente.

Caso o seu produto não seja perecível, nem muito grande ou pesado, você pode optar pelo serviço de entrega dos correios. Em alguns casos, é possível mesclar entre entrega por portador nas regiões próximas e o serviço dos correios para regiões mais distantes.

Para o Woocommerce existe um plug-in que calcula o valor do frete dos correios, baseado na localidade (CEP) do destinatário, peso e dimensões. Uma vez instalado, o sistema calcula automaticamente o custo e adiciona ao valor no total da compra. Mas você pode optar pelo frete grátis se desejar.

Lembre-se de acondicionar o seu produto em embalagens apropriadas para viagem, protegendo-o quando for sensível a quedas.

  • DICA: Não se esqueça de colar uma etiqueta com o nome completo e endereço do cliente na embalagem, incluindo a identificação da loja. Também é importante criar um protocolo de entrega, controle impresso onde receptor deverá preencher o nome, data, horário e assinar confirmando que recebeu a encomenda.

Definindo formas de Pagamento

As formas de pagamento de uma loja virtual são aquelas que interessam a seu negócio. Você é quem deve defini-las conforme sua experiência de mercado. É sempre bom pesquisar o que os concorrentes estão oferecendo, se trabalham ou não com cartões de crédito, boleto ou transferência bancária. Se vendem a prazo, qual o valor mínimo da parcela ou o valor mínimo da compra. Também é bom disponibilizar opções de sistemas online de cobrança, como PayPal, PagSeguro, MercadoPago, entre outros.

  • DICA: Dê preferência pelos sistemas de cobrança online (PayPal, PagSeguro, MercadoPago, etc), pois eles são mais seguros e fáceis de administrar. Nestes sistemas, os dados do cliente e cartão de crédito já foram previamente verificados, reduzindo as chances de fraudes.

Investindo em meios de divulgação

Um dos maiores erros de quem começa a vender pela internet é acreditar que, uma vez pronta a loja, nenhum trabalho mais precisa ser feito: a loja deve começar a vender “sozinha”.

Da mesma forma que uma loja física sem divulgação encontra dificuldades para vender, uma loja virtual também precisa de estratégias de marketing. E com um agravante: enquanto na loja física você pode ter a sorte de um vizinho passar na frente e resolver entrar, na loja virtual dificilmente alguém vai digitar o seu endereço URL (www) sem saber de sua existência.

Portanto, uma vez criada e testada, a hora é sair divulgando. Comece com as redes sociais mais conhecidas, como Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. Depois amplie para outras redes sociais e formas de comunicação como e-mail marketing e WhatsApp.

Quando os negócios estiverem se firmando, verifique as possibilidades e preços de anúncios pagos no Facebook e Google. E numa última estância, publicidade em veículos de comunicação, como jornais, revistas, rádio, TV, etc. É claro que este roteiro depende apenas de sua verba destinada a publicidade!

  • DICA: Instale um blog em sua loja virtual e publique, pelo menos uma vez por semana, um pequeno texto e uma foto e ou vídeo do produto. Use e abuse do blog para orientações e dicas.

Os mecanismos de divulgação exigem muito mais do administrador da loja virtual do que propriamente a administração de produtos e respectivas vendas.

Crie um calendário de eventos anuais, e divulgue com antecedência produtos vinculados a datas específicas, como Dia das Mães, Namorados, Black Friday, Natal, etc. Datas em que os consumidores estão receptivos a dicas de presentes e prontos para aproveitar as facilidades de compras pela internet, desde que o produto seja entregue antes da data festiva, é claro.

Estas foram algumas orientações importantes para você iniciar o seu negócio online. Existem muitos outros pequenos detalhes, mas o importante é dar os primeiros passos para adquirir experiência.

Aos poucos você poderá implantar outras ideias para alavancar a sua loja virtual e se destacar diante da concorrência. O importante é trabalhar com bom ânimo para se tornar um empreendedor(a) de sucesso. Boa Sorte!!

IV – Iniciando minha Loja Virtual (Quarta Parte)

IV – Iniciando minha Loja Virtual (Quarta Parte)

Se você já leu os três capítulos anteriores desta minissérie Iniciando Minha Loja Virtual você provavelmente já recebeu as primeiras noções de layout para a sua loja virtual. Como você já sabe, atualmente as pessoas acessam a internet nos mais diferentes dispositivos: computadores, celulares, tablets, televisores, etc.

Como pode ser notado, estes dispositivos possuem telas com diferentes formatos e tamanhos. Por exemplo, num celular você pode acessar a internet com o aparelho na vertical ou horizontal e, dependendo do site que estiver visitando, isso já faz uma diferença.

Definindo questões como acessibilidade e usabilidade

Porque isso acontece? Os mais avançados softwares de acesso à internet já possuem dispositivos capazes de identificar o tamanho da tela que você está visualizando. Este recurso permite uma adaptação que melhora, não somente a usabilidade (capacidade de enxergar textos e imagens de forma legível e completa), assim como permitir o uso do teclado com facilidade, mas também proporcional uma boa experiência de navegação para o usuário (UX – User Experience), termo usado para definir o quanto agradável precisa ser acessar aquele site ou loja virtual.

Por exemplo, se você acessa um site de notícias numa tela com mais de 20 polegadas, o software identifica o formato e oferece várias colunas laterais de informações e ou imagens bem maiores. Entretanto, se você está usando um celular, algumas colunas (grids) e imagens não tão importantes são ocultadas, e as demais são disponibilizadas num formato único vertical, pois em um celular é muito mais agradável percorrer as telas usando o dedo indicador para cima ou para baixo.

São motivos como este que o seu projeto tem que ser perfeitamente adaptável a todos os dispositivos de visualização!

  • DICA: Quando estiver desenvolvendo o seu projeto, acesse-o nos mais diferentes dispositivos com diferentes tamanhos de telas e também em diferentes navegadores (Internet Explorer, Edge, Firefox, Chrome, Opera, etc) com a finalidade de visualizar e corrigir eventuais falhas.

Quando se realiza experiências de navegação nos mais diferentes dispositivos de acesso, percebe-se alguns erros no layout (design) que precisam ser corrigidos. É por essa razão que temos repetido: estude e utilize as experiências que já foram realizadas nesta área no mundo todo! Não tente reinventar a roda! Designers em todas as partes do planeta realizam diariamente experiências com layouts para criar os melhores resultados (experiências de usuários) e devemos ficar antenados para estes resultados para não repetir erros do passado.

Como já vimos, a maioria dos sites ou lojas virtuais precisam de uma página de abertura com informações básicas. Logomarca, menu de opções de navegação (horizontal ou vertical), rodapé com endereço, telefone, entre outras informações.

  • DICA: Procure visitar as mais conhecidas lojas online e concorrentes diretos, e perceba onde estas informações básicas foram adicionadas. Perceba que quanto mais rápido você encontrar uma informação, melhor é o design disponibilizado.

Desenhando o layout da minha loja virtual

Agora que você sabe que a página de abertura (home) de sua loja virtual precisa de informações básicas logo no início, pegue uma folha de papel em branco e rabisque prováveis telas de abertura.

Normalmente os projetos apresentam a logomarca na primeira coluna horizontal superior (centralizado ou à esquerda), seguido logo abaixo do menu horizontal (a ordem de importância dos links é sempre da esquerda para a direita), seguido de uma imagem ampla ou um conjunto de imagens em colunas, que destaquem os seus produtos e serviços. Depois dos destaques deste conteúdo, você pode incluir outras colunas horizontais com informações básicas sobre a empresa e condições de compra, para finalmente finalizar com um rodapé, onde normalmente aparecem poucos dados, como direitos autorais (copyright), por exemplo.

Como você já deve ter visto na web, alguns layouts abusam do poder da imagem. Infelizmente, num primeiro momento, nem todos têm a possibilidade de produzir fotos ou vídeos exclusivos para o seu projeto. Neste caso, você pode recorrer às agências que vendem fotografias.

  • DICA: Numa busca nos mecanismos de buscas (Google, Yahoo, etc) você encontra empresas que “alugam” os direitos de uso de uma imagem. Você escolhe o que quiser, paga e faz o download para uso no seu projeto.

As cores a serem usadas são muito importantes, mas não abuse delas! Preste atenção nas cores de sua logomarca e procure segui-las. Uma conhecida rede de fastfood usa vermelho e amarelo não por acaso. Procure ler um pouco sobre psicologia das cores: você vai entender que nem todas as cores podem ser usadas no seu projeto!

Os projetos desenvolvidos nos formatos de colunas horizontais (grids) são interessantes, pois já sabemos que eles poderão ser adaptar com facilidade aos diferentes tamanhos de telas de acesso. Duas ou três colunas oferecem as melhores experiências, mais do que isso o projeto visual começa a ficar poluído e confuso.

As imagens que aparecem na tela de abertura podem ser dos próprios produtos/serviços vendidos ou, no caso de um extenso catálogo, imagens com títulos que na verdade são banners que, ao serem clicados, levam o usuário para as específicas categorias. Essas categorias específicas (ou subcategorias) também podem ter a sua própria página exclusiva de abertura ;)

Use e abuse do equilíbrio e simetria, as imagens dos produtos devem obedecer um formato padronizado. Defina se serão sempre quadradas ou retangulares, se serão pequenas ou grandes, se terão ou não fundos brancos ou coloridos, modelos usando os produtos, etc.

Do mesmo modo que um supermercado disponibiliza produtos do mesmo tipo em corredores, numa loja virtual você deve criar categorias principais (corredores ou seções) para acesso a determinados produtos e, na sequência, subcategorias para produtos específicos (prateleiras). Exemplo:

Vestuário:

  • Masculino:
    Calças
    Camisas
  • Feminino:
    Blusas
    Calças
    Vestidos

A divisão por categorias e subcategorias auxilia o usuário a encontrar o que ele está procurando. Misturar todos os produtos pode causar a impressão de que sua loja é uma bagunça! Se desejo comprar camisas masculinas, não há razão para visualizar as novidades em vestidos!

  • DICA: Limite o número de subcategorias!!! O ideal é que sejam no máximo três ou quatro!! Pesquisas indicam que se o usuário tiver que clicar em mais de três links para encontrar um produto, acaba se perdendo e desistindo da busca.

Quando você desenvolve um projeto utilizando o software WordPress (WP), a quantidade de telas que pode ser gerada é ilimitada! Mas não abuse deste recurso, pois tudo o que é em excesso prejudica a usabilidade. Procure concentrar as informações de um mesmo assunto numa mesma página (tela) e seja objetivo, nada de textos longos!

Como já foi dito, numa loja virtual cada produto possui a sua própria página. É na página de um produto/serviço específico que você vai detalhar todas as informações sobre ele. Além de fotos de boa qualidade nos mais diferentes ângulos, você pode incluir informações sobre o material em que ele foi produzido, formatos, dimensões (largura, altura e comprimento), cores, peso, acessórios adicionais, embalagem, orientações de uso, advertências, etc. Preços, frete, condições e prazos de entrega são obrigatórios!

Quanto mais informação melhor para você (que não terá que efetuar trocas ou reembolso) e para o seu cliente (que não terá que devolver o produto)!

No próximo e último capítulo, veremos outras questões bem importantes para quem está iniciando no mundo do comércio eletrônico!!

III – Iniciando minha Loja Virtual (Terceira Parte)

III – Iniciando minha Loja Virtual (Terceira Parte)

Neste terceiro capítulo da minissérie Iniciando Minha Loja Virtual vamos nos concentrar na tecnologia a ser empregada e nas primeiras noções de layout de sua loja virtual.

Como recomendamos no capítulo anterior, o uso da plataforma livre WordPress é a melhor indicação para quem quer iniciar um negócio online de pequeno ou médio porte. Entre as vantagens, estão a de que o WP é de uso livre (gratuito), é constantemente atualizado por uma ampla equipe de desenvolvedores do mundo todo e trata-se de um software muito conhecido, que qualquer pessoa pode usar sem grandes conhecimentos de informática.

O WP também pode ser usado em grandes projetos, entretanto, exige o envolvimento de uma equipe técnica dedicada, o que não é o público alvo desta minissérie.

Agora que você já escolheu o seu provedor de hospedagem (host) e definiu que deseja trabalhar com o WordPress, basta solicitar para o seu desenvolvedor instalar a versão mais recente do programa em seu provedor.

  • DICA: Atualmente a maioria dos provedores de hospedagem disponibilizam ferramentas para a instalação automática do WordPress. Consulte a base de conhecimento de seu provedor ou entre em contato com eles. A instalação não é complicada, mas caso ocorra algum erro neste processo, o sistema não funcionará perfeitamente.

Uma vez instalado o WordPress, você terá acesso à ferramenta através de um login (que pode ser o seu e-mail) e uma senha dedicada ao WP (Por questões de segurança nunca utilize a mesma senha do e-mail).

  • DICA: Ao cadastrar usuários para usar a área administrativa do WordPress, dê preferência para o cadastro de e-mails e senhas com no mínimo 8 caracteres (letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais, do tipo # * %). Segurança é fundamental no WP!

O WordPress disponibiliza uma área administrativa, cujo acesso fica restrita aos usuários cadastrados. Se o seu provedor fornecer um login e uma senha já cadastrados, sugerimos fazer o cadastro de um novo usuário (categoria: administrativo) e depois excluir o cadastro feito pelo provedor.

O WordPress é uma ferramenta segura, mas somente quando todos os cuidados forem tomados no quesito segurança!!

Utilizando plugins para turbinar a sua loja

Como já foi dito nesta minissérie, o WordPress se utilize de um tema para criar o design de sua loja e uma coleção de plug-ins que vão fazer a sua loja operar profissionalmente.

Antes de falarmos sobre o tema (theme) que definirá o layout de sua loja, vamos nos concentrar no plugin que transforma o WordPress num e-commerce, ou seja, numa perfeita loja virtual de comércio eletrônico.

Existem alguns plug-ins disponíveis para e-commerce no WordPress, mas o mais utilizado pela comunidade WP é um chamado Woocommerce. Este plugin também é gratuito, e deve ser baixado (assim como todos os outros) sempre pelo “repositório” do WordPress.

Mas o que é o repositório do WordPress? É o site oficial do sistema, que fica instalado no endereço web (para a versão brasileira em português) em: https://br.wordpress.org/ .

A versão internacional em inglês fica em outro endereço: https://wordpress.org/ , mas são idênticas.

  • DICA: Você não precisa visitar estes sites para baixar plug-ins! Uma vez conectado em sua área administrativa do WP, basta clicar no link Plugins no menu lateral esquerdo, selecionar “Adicionar Novo”, digitar o nome (exemplo: Woocommerce), selecionar e clicar no botão “Instalar” e na sequência, o botão “Ativar”.

Quando um plugin é ativado, ele aparece numa lista de plug-ins instalados e ativos e também em algum lugar do seu menu lateral esquerdo.

No caso do Woocommerce, ele aparece com um link exclusivo no menu lateral esquerdo. Provavelmente, ao ativá-lo, ele abrirá uma tela convidando você a configurar os primeiros passos de sua loja. Você pode ignorar esta tela (e deixar para configurar depois) ou seguir as orientações de configuração da tela, o que facilita bastante :)

Escolhendo um layout para a sua loja virtual

Agora que o seu WordPress e seu plugin Woocommerce estão instalados, está na hora de escolher qual o modelo de loja você pretende usar.

Como já foi dito nesta minissérie, não tente reinventar a roda!! Tanto o WordPress quanto o Woocommerce já foram desenvolvidos e testados ao limite, criados para serem usados de acordo com a experiência de seus usuários (UX), portanto, não aconselhamos mudar as regras do jogo, seja no funcionamento da loja, ou com layouts muito diferentes dos modelos usados no mercado.

Se você tem o hábito de comprar pela internet através de lojas virtuais, já deve ter percebido que elas seguem um “padrão de funcionamento”, cujo modelo oferece excelentes resultados. Portanto, aproveite a experiência de quem está mais tempo neste segmento!

Mas como é este padrão de funcionamento? É bem simples! Quando você acessa pela primeira vez uma loja virtual, onde nunca comprou, sua iniciativa é dar uma olhada geral:

  • 01) No nome e logomarca da loja: normalmente dispostos na parte superior esquerda ou no centro superior da página;
  • 02) Na barra com o menu de opções: normalmente localizada horizontalmente abaixo do nome/logo, ou num menu lateral, e que inclua além de links para as categorias/subcategorias de produtos/serviços, funcionalidades para digitar o seu login e senha a serem cadastrados;
  • 03) Nas imagens ou textos em destaques: normalmente dispostos no centro da tela ou na parte superior esquerda;
  • 04) Nas imagens ou textos do produtos/serviços em destaques na HOME: normalmente dispostos logo abaixo dos destaques, no centro da tela, ou ao lado de um sidebar (menu de opções disposto numa barra lateral, que pode estar à esquerda ou direita da tela principal);
  • 05) Nas informações sobre a loja: que normalmente aparecem no rodapé do site (ou no cabeçalho superior ou menu superior), e que devem conter, deste o endereço completo, telefone, cidade, CNPJ, etc, até informações como política de privacidade de dados, termos e condições de compra, formas de pagamento aceitas, condições para troca e ou devolução, meios de contato com a loja, links para os perfis nas redes sociais, entre outros.

 

  • DICA: Certifique-se que sua loja virtual ofereça os cinco padrões de visualização descritos acima, logo na página de abertura (HOME)! Se o seu usuário precisar procurar estas informações em outras áreas do site, ou elas não existirem no projeto, você poderá estar, involuntariamente, contribuindo para que ele desista de comprar.

É muito comum, quando se procura um produto/serviço num mecanismo de buscas como o Google, Bing ou Yahoo, ou até mesmo em redes sociais, você clicar sobre um produto e ser direcionado para a respectiva página (tela) do mesmo.

Quando isso ocorrer, a sugestão é incluir o produto e a respectiva quantidade no carrinho de compras, e antes de concluir a operação, dar uma visitada na HOME da loja em busca dos cinco itens essenciais relacionados acima.

Uma vez feita a sua visita, você provavelmente quer localizar o produto/serviço que deseja ou concluir a compra do item incluído no carrinho de compras.

Como já foi dito, numa loja virtual, cada produto possui a sua própria e exclusiva página (tela). É nela onde você encontra todos os detalhes do produto, incluindo fotos, preço, tamanho, cor, quantidade, etc. Se esta tela não oferecer todas as informações e detalhes sobre o produto, a sugestão é não concluir a compra!

É por esse motivo que incluir todos os dados de um produto/serviço numa tela exclusiva também faz parte do quesito padrão de funcionamento!

  • 06) Cada produto ou serviço oferecido deve possuir sua própria tela. E nela, deve ser possível selecionar a quantidade desejada, assim como outras opções como cores e tamanhos disponíveis. Nesta mesma tela deve estar disponível o botão COMPRAR; Após ler e verificar todos os detalhes de um produto, você está pronto para concluir a sua compra. É neste momento em que você espera que os outros quesitos do “padrão de funcionamento” estejam disponíveis:
  • 07) Ao clicar no botão COMPRAR da tela de um produto, o mais correto é ser automaticamente direcionado para o CARRINHO DE COMPRA (ou cesta de compras como alguns preferem). Nesta página deve ser relacionado o item escolhido, com foto, título, quantidade, preço, cor e tamanho escolhido, por exemplo. Também esta tela deve oferecer o resultado total da compra, que nada mais é do que a quantidade de itens multiplicada pelo preço unitário. Algumas lojas já permitem calcular o preço do frete (taxa de entrega ou custos do correio/transportadora), mas normalmente para efetuar esse calculo, é preciso fornecer o CEP do endereço de entrega.
  • 08) Você pode concluir a sua compra nesta página do carrinho, clicando no botão FINALIZAR (concluir). Mas se você deseja comprar outros itens na loja, basta clicar no botão CONTINUAR COMPRANDO ou simplesmente clicar em outros links da loja, pois o item que você já comprou, continua memorizado na loja por algum tempo (cookie).
  • 09) Só depois de checar todas as suas compras no CARRINHO DE COMPRA, você deve clicar no botão FINALIZAR (concluir), que vai te levar para uma outra tela, onde você deve se cadastrar (caso seja sua primeira compra) ou efetuar o login (normalmente o seu e-mail + senha) caso você já tenha efetuado compras anteriores nesta loja. Na sua primeira compra, um formulário solicitará a digitação de dados cadastrais (nome, endereço, CPF ou CNPJ, RG, telefone, etc), importantes para a emissão de uma nota fiscal e para a entrega do produto no local desejado.
  • 10) Após finalizado o cadastro ou login, você será direcionado para a página de pagamento. É nesta página que você deverá digitar os dados de seu cartão de crédito ou débito, ou escolher a opção de pagamento através de boleto bancário, transferência bancária ou pagamento através de empresas de cobrança online, tais como PagSeguro ou PayPal. Uma vez confirmado a compra, o sistema deve lhe enviar e-mails confirmando o pedido e pagamento.

Estes são os 10 itens para um “padrão de funcionamento” fundamental em seu comércio eletrônico. A ausência ou modificação radical de algum deles pode prejudicar o entendimento do usuário e contribuir para a não conclusão da compra. Caso tenha dúvidas sobre quais informações publicar na HOME, visite a loja virtual de um grande marca e preste atenção nos detalhes ;)

No próximo capítulo, nos aprofundaremos no assunto layout e design, agora mais direcionados para o visual do seu negócio.

II – Iniciando minha Loja Virtual (Segunda Parte)

II – Iniciando minha Loja Virtual (Segunda Parte)

No primeiro capítulo da minissérie Iniciando Minha Loja Virtual entendemos que um planejamento de seu negócio online é fundamental para organizar o seu comércio eletrônico.

Inicialmente você definiu em qual setor de negócios pretende atuar e quais os produtos ou serviços que pretende oferecer na internet. Uma vez definido o seu segmento de atuação, você pensou num “nome” para o seu negócio, pesquisou na web para saber se ele já não está sendo usado por outra empresa, e na sequencia providenciou o registro de domínio próprio para usar na sua futura loja virtual.

Ao mesmo tempo em que definiu e registrou um nome, você procurou um designer para criar uma logomarca e uma agência ou desenvolvedor web para lhe orientar a contratar um provedor de hospedagem e iniciar o desenvolvimento do sistema e layout de sua loja.

Neste capítulo, vamos nos aprofundar mais sobre estas últimas questões, porque há muito o que se aprender sobre elas ;)

Criando uma boa relação com seu desenvolvedor

Como vimos no capítulo anterior, “prazos e pagamentos devem ser acordados antecipadamente e honrados por todos os envolvidos”.

A questão cumprimento de pagamentos é importante, pois um cliente que atrasa pagamentos coloca o acordo numa situação de desconfiança, o que também pode acontecer no lado do cliente, caso os prazos da agência não sejam cumpridos. De um lado temos uma agência, que é uma empresa constituída, que atua exclusivamente neste segmento e possui uma carteira de clientes, mas do outro lado, muitas vezes há um cliente que está começando o seu negócio, e que nem sempre tem como oferecer garantias.

É por esse motivo que muitas agências somente iniciam o trabalho após a assinatura de uma proposta e o pagamento do sinal. O cliente precisa estar ciente que, a partir do momento de concordância e autorização para o serviço, uma equipe de profissionais já estará trabalhando para ele.

  • DICA: A não ser que você tenha solicitado um desconto muito vantajoso para efetuar antecipadamente o pagamento do valor total à vista, sugerimos optar pelo pagamento parcelado, sendo a primeira parcela imediata a título de sinal para início do trabalho, e as demais parcelas conforme o acordado.

Além de uma proposta bem detalhada – e que inclua valores, vencimento, prazo de entrega e garantia – é bom definir uma política de relacionamento entre as partes, durante e, principalmente, após a conclusão do trabalho.

Muitos clientes acreditam que uma vez finalizado o projeto, não serão mais necessários os serviços do desenvolvedor.

Na verdade, como qualquer software ou aplicativo instalado em seu computador ou celular, periodicamente são necessárias atualizações de versões. Muitas delas até por questões de segurança ou falha técnica.

No caso de sites ou lojas virtuais, é recomendado que este trabalho seja realizado por um profissional, pois somente ele saberá avaliar o impacto que a atualização poderá causar em todo o sistema. Novas versões de um plugin, por exemplo, podem até provocar a paralisação de todo o sistema!

  • DICA: nunca realize alterações ou atualizações técnicas, sem antes consultar um profissional da área. Dê preferência para aquele que desenvolveu o seu projeto, pois além de ser seu técnico de confiança, ele conhece detalhadamente o sistema em que trabalhou.

Ainda em relação à prazos, é importante que se diga que a agência ou desenvolvedor esperam a colaboração do cliente para o andamento do projeto. Sim! A participação do empreendedor é fundamental ;)

É muito comum clientes não colaborarem com os prazos do projeto. A agência ou desenvolvedor solicita, por exemplo, fotos e dados dos produtos/serviços a serem inseridos na loja, e o cliente leva semanas para responder ou fornece informações incompletas, atrasando o projeto.

A colaboração de ambas as partes é fundamental para a conclusão de um bom projeto e no prazo estipulado.

Escolhendo o melhor sistema para a sua loja virtual

Existem no mercado uma série de sistemas de comércio eletrônico que podem ser usados, mas nesta minissérie estaremos focando nos mais usados no mercado e que possuem a melhor relação custo versus benefício.

Atualmente cerca de 30% dos sites e lojas virtuais em operação na web mundial utilizam a plataforma WordPress (WP).

WordPress (WP) é um aplicativo que consiste num sistema de gerenciamento de conteúdo para a web (CMS, sigla para a expressão em inglês Content Management System) escrito basicamente em linguagem de programação PHP, que utiliza banco de dados MySQL, CSS, HTML, entre outras linguagens. O sistema é voltado principalmente para a criação de páginas para a web.

O WP é considerado uma das ferramentas mais famosas para a publicação de conteúdo (textos e imagens) na internet, disputando diretamente com outros serviços e CMS, gratuitos ou pagos, existentes no segmento de tecnologia de informação.

Conhecido por sua facilidade de instalação e uso, o WP permite atualizações automáticas do software e de seu conteúdo através de um simples browser (navegador de internet) conectado na internet. Com apenas um login e senha, o usuário pode mudar totalmente o design de sua página web ou gerenciar de forma fácil o conteúdo a qualquer momento, sem a necessidade da instalação ou uso de qualquer outro programa (software) adicional.

O uso do aplicativo também facilita muito a otimização do site (SEO) nos mecanismos de buscas, estando presente com frequência nos principais sites listados por estes mecanismos.

Grandes empresas no mundo utilizam o WordPress para gerenciar seus conteúdos na web, entre elas estão: CNN, Ebay, Yahoo, Ford, Wall Street Journal, Sony, New York Times, Firefox, Fickr, Samsung, GE, MTV, NASA, Pepsi, Xerox, Network Solutions, Spotify, Imasters, Digg, PlayStation, Petrobrás, Ministério da Cultura, Veja, Globo, só para citar alguns dos mais famosos.

Atualmente mais de 50 milhões de websites no mundo inteiro usam WordPress. O WordPress registra atualmente mais de 2,5 bilhões de visualizações de páginas por mês, que são consumidas por mais de 287 milhões de usuários mensais.

Junto com o WordPress é possível instalar uma coleção de plug-ins fantásticos, que não somente transformam o seu WordPress numa plataforma de comércio eletrônico perfeita, como auxiliam na divulgação de sua empresa nas mais conhecidas redes sociais.

Muitos destes plugins são gratuitos e alguns oferecem versões pagas com uma variedade de recursos adicionais. Mesmo aqueles que são pagos, os custos costumam ser acessíveis para quem está iniciando um negócio e seus recursos podem ajudar muito!

Normalmente agências e desenvolvedores tendem a utilizar as versões gratuitas para não onerar os custos do cliente, mas é sempre bom estar ciente que, para determinados recursos, somente os plug-ins pagos resolvem a pendência.

  • DICA: Na primeira reunião com sua agência ou desenvolvedor, questione sobre o uso de plug-ins gratuitos e peça para ser informado caso haja a necessidade de se contratar algum plugin pago, pois além do custo adicional, muitos deles trabalham com sistema de “assinaturas anuais” e, portanto, exigirão ser renovados periodicamente.

Se adaptando a realidade do mercado

A maioria dos sistemas, incluindo os chamados open-source (código aberto), foram desenvolvidos por uma equipe de programadores e designers especializados, espalhados por todo o mundo, e que dedicaram seu tempo e experiência para inventar e testar estes sistemas.

Portanto, não tente reinventar a roda! O que já foi criado, testado, aprimorado e aprovado nos últimos anos, merece todo o nosso crédito!

  • DICA: Fuja dos sistemas “próprios” criados e de uso exclusivo de agências ou desenvolvedores. Além da dúvida sobre segurança e falta de garantia para futuras atualizações, o cliente corre o risco de, no caso de troca de fornecedor, perder tudo o que já foi feito. Procure utilizar os mesmos softwares (livres ou não) que todo o mercado está usando, pois, as chances de errar são muito menores!

Caso você opte pelos softwares mais usados no segmento de e-commerce, você vai perceber que é muito mais fácil encontrar profissionais que conheçam estas ferramentas, em condições de auxiliar nos momentos mais críticos.

A questão de escolha de um layout – o design de sua loja virtual – bem como mecanismos de funcionamento, merecem um capítulo exclusivo e vamos tratar em detalhes na próxima publicação ;)

I – Iniciando minha Loja Virtual (Primeira Parte)

I – Iniciando minha Loja Virtual (Primeira Parte)

Este é o primeiro capítulo de uma minissérie que pretende esclarecer as principais dúvidas de quem pretende investir no comércio eletrônico.

A cada publicação, abordaremos uma questão que envolve as mais comuns dúvidas sobre como criar e administrar uma loja virtual.

Esperamos que você aproveite todas as nossas dicas e orientações ;)

Por onde começar?

A maior dúvida que percebo de clientes que desejam ter sua própria loja virtual é sempre: por onde começar? Dúvida natural diante de tantas incertezas, sempre aconselho meus clientes a planejar. Com uma visão planejada de quais os objetivos a serem alcançados tudo fica mais fácil.

O primeiro e mais frequente erro é acreditar que ao se criar uma loja virtual vai se trabalhar pouco e se ganhar muito em pouco tempo.

É importante estar ciente de que uma loja virtual não é muito diferente de uma loja real. Se você planeja abrir uma loja real, você se preocupa inicialmente com detalhes de quais produtos ou serviços irá trabalhar e na sequência, qual o potencial público para aquele produto/serviço a ser oferecido.

Se você acredita que o seu produto/serviço é bom e que existam potenciais clientes, a próxima etapa é saber como alcançar este público? No projeto de uma loja física, você tem que buscar um ponto de venda.

Um local com endereço fixo onde seus clientes poderão encontrá-lo. Esse objetivo, em comparação à loja virtual, não é muito diferente. Na loja virtual você não precisa necessariamente de um endereço comercial, mas precisa de um nome no formato www…

Escolhendo um nome e uma logomarca

Uma vez definido quais os produtos/serviços, segmento de atuação e público alvo, é importante escolher um nome de seu negócio (marca) e verificar se este domínio próprio (www.nomedasualoja.com.br) está disponível para registro.

O registro de um domínio próprio é feito numa entidade pública gerida pelo governo chamada Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, ou simplesmente NIC.br. É bom estar ciente que todos os anos você terá que pagar uma taxa para ter o direito de usar esse domínio com exclusividade.

O valor é pequeno, mas é preciso ter cuido para não se esquecer de renová-lo a cada ano, pois a não renovação cancela o registro e disponibiliza o nome para outra pessoa.

 

  • DICA: O registro de um domínio é feito online diretamente no endereço web https://registro.br . Para fazer o registro é preciso o nome completo do principal sócio da empresa, o número do CPF, endereço, telefone e um e-mail válido. Caso o registro seja feito por terceiros, exija que o registro seja feito no nome, CPF e e-mail fornecidos por você!

 

Se o domínio próprio está disponível para registro, sugerimos que o faça imediatamente! Nunca se esqueça que alguém, em qualquer outro lugar, pode estar neste momento planejando registrar exatamente o mesmo nome para o seu negócio.

Portanto, garanta o seu domínio antes de iniciar o seu negócio!

Uma vez definido o nome e a confirmação de registro do domínio, é bom começar a pensar numa logomarca. Este desenho, normalmente criado por um designer, deve ser desenvolvido em alta resolução num software próprio para desenho, pois você vai querer usá-lo com uma boa qualidade na sua loja virtual e futuramente em cartões de visita, embalagens, publicidade, cartazes, banners, etc.

 

  • DICA: Exija do desenhista uma cópia do arquivo original! É muito comum desenhistas “desaparecem” com arquivos de clientes…

Definindo prazos para o início e conclusão do projeto

Definir e registrar um domínio próprio são iniciativas rápidas, mas aprovar a logomarca pode levar algum tempo, assim como o desenvolvimento da programação e layout de sua loja virtual. Portanto, consulte os profissionais contratados e questione todos os prazos de entrega!

Escolhendo o provedor de hospedagem da loja virtual

Uma vez registrado o seu domínio, você já deverá vincular o domínio a um provedor de hospedagem. O provedor de hospedagem (host) é uma empresa que “aluga” um espaço virtual para você usar livremente com o seu domínio. Este espaço, medido em megabytes, pode ser usado para a instalação de sites, blogs, lojas virtuais, etc.

O “aluguel” deste espaço num servidor web será cobrado periodicamente, podendo ser mensal, trimestral, semestral ou anual.

Certifique-se que o seu provedor de hospedagem oferece um pacote específico para comércio eletrônico, pois alguns pacotes “mais econômicos” não são indicados para a instalação de lojas virtuais.

Se puder, antes de contratar um provedor de hospedagem, consulte um profissional da área, para garantir a escolha ideal.

 

  • DICA: A maioria dos provedores de hospedagem oferecem descontos progressivos para pacotes com renovações acima de um mês. Normalmente as melhores propostas são para pacotes anuais. Considere sempre a opção de contratar os serviço por um ano.

 

Na hora de escolher uma agência digital para o desenvolvimento de sua loja virtual questione sobre a escolha de um bom provedor de hospedagem de sites.

Este tipo de consultoria e experiência já faz parte da rotina dessas empresas. Um bom provedor de hospedagem vai garantir rapidez na navegação das telas (páginas) da loja e no uso diário de softwares de cobrança, etc, sem quaisquer tipos de limitações, seja do número de produtos cadastrados ou do número de visitantes por dia.

Você também poderá usar e-mails e um serviço de webmail (programa de acesso de e-mails via internet, semelhante ao Hotmail, Yahoo e Gmail, entre outros) com o seu domínio próprio (por exemplo: [email protected]), entre outros softwares que vão ajudar na administração diária da loja.

Se o seu projeto for tecnologicamente muito complexo, considere assinar um contrato de manutenção com a empresa desenvolvedora. Esse contrato será sua “garantia” que tudo estará funcionando perfeitamente todos os dias.

Definindo a sua agência ou desenvolvedor

A escolha de uma agência digital ou desenvolvedor para consultoria, planejamento, desenvolvimento e implantação de sua loja virtual é uma etapa muito importante!

É neste momento que você está definindo quem será o seu principal fornecedor de tecnologia (e parceiro) para garantir o seu futuro negócio.

A primeira coisa a ser considerada é a experiência comprovada da agência. Visite o site da agência, veja a quanto tempo ela existe nesta área e como é o seu portfólio. Conheça quem são seus atuais clientes e navegue pelos projetos já desenvolvidos por ela.

Se o trabalho desenvolvido e o atendimento da agência lhe agrada, solicite o orçamento para o seu projeto específico.

Embora muitas agências digitais realizem “o mesmo trabalho”, cada uma delas tem uma forma própria de atuar, assim como praticam preços e prazos diferenciados, inclusive para cada projeto.

 

  • DICA: Desconfie de orçamentos muito baixos! É normal um empreendedor que está iniciando um projeto buscar os melhores custos do mercado. Entretanto, preços estão vinculados a qualidade nos mais diferentes ramos de atividade. Portanto, ao consultar fornecedores, desconfie de valores muito baixos ou demasiadamente elevados.

 

Nas reuniões com agências ou desenvolvedores é importante deixar claro todos os detalhes do que se deseja no projeto e ouvir conselhos dos especialistas envolvidos. A experiência de mercado desses profissionais vale muito e não deve ser ignorada!

Questões como escolha do software para uso no comércio eletrônico, escolha dos melhores plugins (aplicativos), design e layout das telas, performance do sistema no servidor, segurança de dados e arquivos (muito importante!), diferentes meios de cobrança eletrônica disponíveis no mercado, entre outros assuntos, devem ser discutidos com clareza por ambas as partes e, se possível, detalhados em uma proposta ou contrato impresso.

Prazos e pagamentos devem ser acordados antecipadamente e honrados por todos os envolvidos. Os detalhes combinados para o projeto devem ser mantidos até o final do trabalho.

Caso uma das partes sugira mudanças no projeto ou nas condições acordadas, é preciso reiniciar a discussão envolvendo os novos custos e prazos de entrega. Quanto mais sinceros e transparentes sejam clientes e fornecedores, maiores serão as probabilidades de um longo e feliz “relacionamento” :)

No próximo capítulo, abordaremos outros assuntos que são bem importantes como escolha da agência digital, provedor de hospedagem e sistema para o funcionamento da loja virtual.

Quais as vantagens de ter sua própria loja virtual?

Quais as vantagens de ter sua própria loja virtual?

As 10 vantagens de ter o sua própria loja virtual:

1) Você tem sua própria plataforma de vendas e não depende de um único fornecedor (marketplace) que compartilha a mesma ferramenta com outros concorrentes;

2) Você não fica limitado a um número máximo de produtos, sem poder ampliar o seu negócio quando desejar;

3) Você tem o seu próprio domínio www e design, podendo alterar o que quiser, quando desejar, sem restrições de uso;

4) Você não paga mensalidades, que a princípio parecem pequenas, mas que se somadas mês a mês ao longo dos anos representam um alto investimento e que nunca terão fim;

5) Você não paga taxas, comissionamentos ou participações nos negócios. Você recebe 100% do lucro de suas vendas;

6) Todos os investimentos em publicidade são feitos exclusivamente para o seu negócio e não para um grupo de empresas concorrentes;

7) Você não correrá o risco de ter uma ferramenta lenta só porque centenas de outros concorrentes estão usando a mesma ferramenta ao mesmo tempo que você;

8) Você pode alterar o layout e design quando desejar, sem ficar engessado com as limitações de uma ferramenta que oferece limitados recursos;

9) Ninguém terá acesso à suas informações de negócios e clientes, porque você não compartilha os seus dados com que não conhece e somente você terá acesso à sua área administrativa;

10) Você está livre para ampliar ou encerrar o seu negócio online, a hora que desejar, sem pagamentos de multas ou quaisquer restrições. Também não corre o risco que o seu fornecedor marketplace seja vendido, encerre as atividades, aumente o valor das mensalidades ou mude as regras do contrato, pois você é único dono de seu próprio negócio.

Como adicionar postagens por categorias em seu site

O WordPress permite que você crie páginas com publicações de um assunto específico.

Se você deseja criar um link para uma página (tela) que exiba publicações (postagens) de um único tema, o ideal é iniciar criando um nome para a categoria deste assunto. Esta categoria pode ser a principal, exemplo “Culinária”, ou uma subcategoria da categoria principal, exemplo “Bolos”, quando se deseja dividir os assuntos relacionados ao mesmo tema:

Culinária (categoria principal) > Bolos (subcategoria da categoria principal)

Você pode criar quantas categorias (pai) e subcategorias (filhos) desejar! Usando nosso exemplo acima:

Culinária > Bolos

Culinária > Salgados

Culinária > Massas

A tela “Últimas Postagens” que os temas do WordPress costumam gerar na “Página de Posts” normalmente listam todas as postagens com suas categorias misturadas, sempre por ordem de data de postagem. Ou seja, as postagens mais recentes aparecem primeiro, e as mais antigas serão listadas logo abaixo por ordem decrescente, não importando a categoria.

Como separar as categorias de postagens, de modo que nosso visitante não precise procurar pelo assunto que deseja?

10 Passos para criar uma página de posts por categorias

No MENU lateral esquerdo do WordPress, no item CONFIGURAÇÕES, você consegue definir uma série de preferências para suas postagens. É recomendado que, antes de iniciar a criar o seu site e o blog, você defina estas preferências.

Para criar uma página exclusiva para as publicações (posts) de uma determinada categoria ou subcategoria, você deve seguir os seguintes passos:

  1. Escolha e crie o nome de sua categoria. No MENU lateral esquerdo de sua área ADMINISTRATIVA, selecione POSTS e no submenu clique no link CATEGORIAS.
  2. Na tela ADICIONAR NOVA CATEGORIA, digite o nome da categoria no campo NOME e repita no campo SLUG. Se a categoria for principal deixe o campo PAI como NENHUM. Se for uma subcategoria (e a principal deve ser criada antes), selecione a categoria PAI e clique em ADICIONAR NOVA CATEGORIA.
  3. O box à direita de sua tela vai exibir a categoria criada. Caso seja uma subcategoria, ela irá aparecer com um traço (hífen) na frente logo abaixo do nome da categoria principal.
  4. Agora vamos criar um link para uma “página” que vai publicar somente posts da categoria ou subcategorias criadas. No MENU lateral esquerdo selecione APARÊNCIA e na sequência MENUS.
  5. Na tela MENUS (na aba default EDITAR MENUS) você encontra à esquerda a aba CATEGORIAS. Clique sobre ela para abrir o Dropbox. A categoria e ou subcategoria criada deve aparecer listada em “Mais Usadas”. Caso ela não apareça, selecione a aba ao lado “Ver Tudo”. Marque o quadrado relacionado com a categoria desejada e clique no botão abaixo ADICIONAR AO MENU.
  6. O WordPress irá adicionar seu link de categorias ao menu principal do site, como poderá ser visto no box à direita. Agora você pode arrastá-lo para a posição que desejar no menu principal (ordenar). Clique no botão SALVAR MENU para salvar as alterações.
  7. Se você observar o seu site, verá que o novo link já aparece listado. Caso você queira atribuir um outro nome à este link no menu, basta retornar à página de MENUS, localizar o link de sua categoria, clicar sob o nome para abrir o Dropbox e digitar um novo título no campo RÓTULO DE NAVEGAÇÃO. A cada alteração não se esqueça de clicar no botão salvar!
  8. Caso queira REMOVER, basta clicar no Dropbox, selecionar o link REMOVER e na sequência SALVAR MENU.
  9. Em seu site, ao clicar no recente link criado no MENU, você vai visualizar uma mensagem informando “Nenhum Resultado Encontrado”. Isso acontece porque você ainda não criou nenhum POST vinculado à categoria e ou subcategoria recentemente criadas.
  10. Para criar um POST vinculado a uma categoria, retorne ao link POSTS no MENU lateral esquerdo. Clique sobre ele ou alternativamente sobre ADICIONAR NOVO. Nesta tela você deve inserir um título, o texto logo abaixo e na segunda coluna à direita você deve localizar o box CATEGORIAS. Marque a caixa com o nome da categoria criada e clique no botão ATUALIZAR para salvar a página. Agora o seu post aparece relacionado na categoria e também no link criado no seu MENU principal.

DICA: Procure não exagerar na criação de categorias e subcategorias, pois o excesso pode confundir o usuário. Como inspiração, siga o conceito usado pela mídia impressa. Revistas e jornais separam as notícias por editorias, que são o mesmo que categorias de assuntos: Economia, Política, Cultura, Turismo, Saúde, etc.

 

Dicas para uma loja virtual de sucesso

Quer abrir um e-commerce e não sabe por onde começar? Já abriu, mas ainda não alcançou o que deseja? Teve algum tipo de negócio online e acabou não dando certo?

O SEBRAE elaborou uma série orientações que está disponível gratuitamente no Youtube. Com elas, tudo fica mais fácil para quem tem um micro ou pequeno negócio na rede.

Assista o primeiro vídeo da série abaixo:

O volume de negócios realizados pelo comércio eletrônico não para de crescer no Brasil. Segundo estimativas feitas por consultorias especializadas, o e-commerce faturou R$ 16 bilhões somente no primeiro semestre de 2014 e deve continuar crescendo cerca de 10% ao ano até 2017.

Os episódios reúnem questões como a importância da utilização de ícones na navegação, a necessidade de acelerar o tempo de carregamento das páginas e facilitar as operações de compra online. Além, de orientação para decisões estratégicas.

Segue, abaixo, uma amostra:

1 – Facilite o fluxo de compra e permita que o processo seja curto

O cliente deve conseguir chegar ao produto desejado com, no máximo, três cliques. Para isso, organize tudo como em prateleiras, com filtros de busca úteis e inteligentes. Abandone formulários inacabáveis ou a possibilidade de muitas páginas até confirmar uma compra. Ofereça a opção de armazenamento de dados para compras futuras. E fique atento as normas sobre a retenção de dados do consumidor.

2- Use ícones para facilitar a navegação e marcação visual feita por clientes

Utilize com ícones com desenhos que agilizem a compreensão do consumidor. O “carrinho de compras” é fundamental. O número do pedido, endereço, prazo para entrega e contato do fornecedor também podem vir representados por ícones. Com um site mais ágil e fácil, o cliente retorna para novas aquisições.

3 – Valorize o “feedback”

Disponibilize para o cliente todos os passos da compra virtual. Da visualização do produto à entrega. Seja claro. Faça um feedback constante. As páginas devem carregar no máximo em cinco segundos, com no máximo de um megabyte.

4 – Dê mobilidade ao seu site

Cada vez mais, as pessoas acessam a rede usando dispositivos móveis. Mas, na hora de adaptar seu site de compras para a tela do celular, alguns cuidados merecem atenção. O negócio é optar por um layout que facilite a navegação; um layout responsivo (se adapta a qualquer tela). Na compra online pelo celular ou tablet, o cliente quer a mesma eficiência que ele busca quando acessa o site da loja em um computador convencional.

5 – Divulgue boas fotos dos produtos

Fotos em boa qualidade dos produtos são essenciais para que o cliente possa ver os detalhes e tenha confiança para fazer a compra. Humanize as imagens, colocando pessoas usando os itens exibidos. Isso oferece uma ideia do tamanho do item. Opte por fotografias bem produzidas e de vários ângulos.

6 – Agregue valor à marca

Conquiste a clientela e consolide sua marca. Tenha uma logomarca bem desenhada. Nessa etapa, credibilidade é essencial. Para conquistá-la: atenda aos prazos de entrega, cumpra tudo o que prometeu. Entregue o produto correto, com cor, tamanho escolhidos pelo seu cliente e sempre com qualidade. Resolva os contratempos com rapidez e mantenha um bom relacionamento com seu público.

7 – Carregamento ágil é a alma do negócio

O cliente não espera além do necessário para carregar uma página. Se demorar, o possível comprador parte para outra loja virtual. Imagem pesada só serve pra atrapalhar o tempo de carregamento de uma página. Adote imagens com formato e tamanho adequados para uma navegação rápida.

8 – Invista em logística e utilize embalagem adequada

Cumpra os prazos de entregas. Mantenha o controle do seu estoque e uma logística impecável. Embale adequadamente os produtos para envio.  Capriche na marca e identidade visual. A embalagem deve ser: eficaz, segura e encantar o cliente. Peso, tamanho, fragilidade é o que determina a escolha do material e a forma da embalagem.

9 – Fique de olho em SEO

Faça tudo para garantir o destaque do seu site na internet. Já ouviu falar em SEO ou Search Engine Optmization? Um conjunto de métodos que melhora a visibilidade da sua página em sites de busca. As estratégias de SEO reduzem a taxa de rejeição do site, aumenta o tempo de navegação e melhorar a visibilidade. Quanto mais links da sua loja aparecerem em páginas externas, mais ela sobe cada vez no ranking das buscas.

10 – Adote uma política transparente e cumpra a legislação do setor

Cumpra as normas recomendadas e leis específicas que buscam garantir tranquilidade para cliente e lojista na hora da compra. Fique atento à norma ABNT NBR ISO 10008 e ao decreto 7962. A razão social da empresa e o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) devem estar em local visível no site, o cliente também precisa saber onde achar a empresa fisicamente, essa informação deve estar no site, assim como email de contato e telefone da empresa ou SAC. As políticas de troca da empresa devem ser claras. Avise sempre sobre despesas extras, como frete. Explique bem as promoções, assim como o prazo de duração; a ideia é vender e não enganar.

Fonte: Host Net / Sebrae

O que é WordPress e para que serve?

WordPress (WP) é um aplicativo que consiste num sistema de gerenciamento de conteúdo para a web (CMS, sigla para a expressão em inglês Content Management System) escrito basicamente em linguagem de programação PHP, que utiliza banco de dados MySQL, CSS, HTML, entre outras linguagens. O sistema é voltado principalmente para a criação de páginas para a web.

O WP é considerado uma das ferramentas mais famosas para a publicação de conteúdo (textos e imagens) na internet, disputando diretamente com outros serviços e CMS, gratuitos ou pagos, existentes no segmento de tecnologia de informação.

O WordPress é uma plataforma semântica open-source (livre e aberto para a colaboração de qualquer programador) para publicação de conteúdo com foco na usabilidade, acessibilidade, responsividade e nos padrões web definidos pelo W3C. O WP é ao mesmo tempo um software livre e gratuito, sendo que muitos programadores, desenvolvedores e designers do mundo todo contribuem para a melhoria da ferramenta, o que torna o CMS poderoso, resultado de uma intensa colaboração.

Conhecido por sua facilidade de instalação e uso, o WP permite atualizações automáticas do software e de seu conteúdo através de um simples browser (navegador de internet) conectado na internet. Com apenas um login e senha, o usuário pode mudar totalmente o design de sua página web ou gerenciar de forma fácil o conteúdo a qualquer momento, sem a necessidade da instalação ou uso de qualquer outro programa (software) adicional.

O WordPress oferece um conjunto de funcionalidades para tornar a experiência de publicação fácil e agradável. Possui uma interface simples de ser usada, um sistema de temas que podem ser aplicados automaticamente, uma API para criação de plugins, uma vasta biblioteca de plugins que podem ser usados para as mais diversas finalidades, permite publicações por e-mail e segue o mais recentes padrões definidos para a web.

O uso do aplicativo também facilita muito a otimização do site (SEO) nos mecanismos de buscas, estando presente com frequência nos principais sites listados por estes mecanismos.

Grandes empresas no mundo utilizam o WordPress para gerenciar seus conteúdos na web, entre elas estão: CNN, Ebay, Yahoo, Ford, Wall Street Journal, Sony, New York Times, Firefox, Fickr, Samsung, GE, MTV, NASA, Pepsi, Xerox, Network Solutions, Spotify, Imasters, Digg, PlayStation, Petrobrás, Ministério da Cultura, Globo, só para citar alguns dos mais famosos.

Atualmente mais de 50 milhões de websites no mundo inteiro usam WordPress. O WordPress registra atualmente mais de 2,5 bilhões de visualizações de páginas por mês, que são consumidas por mais de 287 milhões de usuários mensais.

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Design web responsivo, acessibilidade e usabilidade

A agência AgN Digital presta serviços de produção, editoração e programação para produtos impressos ou digitais.

Produzimos desde a criação de publicações impressas até websites, buscando sempre as melhores estratégias de marketing e comunicação visando impulsionar os negócios de sua empresa.

Os serviços prestados pela AgN tem como objetivo melhorar a imagem institucional de seus clientes, buscando ampliar e conquistar uma posição mercadológica que traga benefícios imediatos para os seus negócios.

Procuramos ajustar cada cliente à realidade do mercado de internet, oferecendo a melhor relação custo versus benefício de acordo com o porte de cada empresa. Desenvolvemos projetos de comércio eletrônico, criando recursos para que sua empresa utilize a web como mais uma ferramenta de vendas e de atendimento a seus clientes.

Utilizando modernas tecnologias da informação, a AgN desenvolve produtos personalizados, sintonizados com os interesses de cada cliente e ajustados às estratégias de marketing e vendas exclusivas de sua empresa.

Nossa equipe de profissionais é formada por especialistas em diversas áreas, com anos de experiência no mercado, sintonizados com as novidades do mercado e capazes de oferecer uma consultoria profissional ajustada ao perfil de cada cliente. Consulte-nos sobre nossos serviços de Marketing Digital, Search Engine Marketing (SEM), e gerenciamento e otimização de websites, Search Engine Optimization (SEO).

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